Terra do Gelo e do Fogo
Islândia — Glaciares, Vulcões e o Fim do Mundo Habitável
Aqui, dois continentes se separam lentamente enquanto você caminha entre eles.
VALOR
a partir de
€ 2.900 / pessoa
PRÓXIMA SAÍDA
31 Janeiro–7 Fevereiro 2028
FOTOS ILUSTRATIVAS
ANFITRIÃO DA EXPEDIÇÃO
GUIA E ANFITRIÃO
Ricardo Maluf
Curador e fundador do 30ºS Explorers Club, Ricardo Maluf tem na Islândia uma obsessão declarada. Percorreu a ilha inúmeras vezes — sob o sol que se recusa a dormir e sob a escuridão absoluta do inverno — e aprendeu a ler seus caprichos: o vento que vira em minutos, a estrada que fecha sem aviso, o céu que se abre por quinze minutos e recompensa quem estava no lugar certo. É essa intimidade que transforma a caça à aurora boreal em método, e não em sorte, e que permite conduzir o grupo com serenidade quando o clima islandês resolve mostrar do que é capaz. Natureza no extremo; condução tranquila.
A JORNADA
A Islândia existe na dobra entre dois mundos. No Parque Nacional de Þingvellir, as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia se separam visivelmente — você atravessa o limite entre continentes a pé. No mesmo dia, um géiser expele água a 30 metros de altura e uma cachoeira lança 140 metros cúbicos por segundo para um cânion de basalto negro. Mas a Islândia não é apenas geologia. É a sociedade que fundou a primeira democracia parlamentar do mundo em 930 d.C. — o Alþingi — num campo de lava a céu aberto. É o país que aquece 90% de suas casas com energia geotérmica e que, apesar de ter menos habitantes que Florianópolis, produziu mais Nobel de Literatura per capita que qualquer outra nação. Esta expedição percorre a Rota Sul da ilha: do Círculo de Ouro às praias negras de Vík, das cavernas azuis de gelo de Katla à lagoa glaciar de Jökulsárlón, onde icebergs do tamanho de carros encalham na areia escura como diamantes à deriva.
ITINERÁRIO
Chegada e Receptivo em Keflavík
Recepção no aeroporto de Keflavík e traslado até Reykjavík — 50 km de campo de lava coberto de musgo que já anunciam o país. Tarde livre para acertar o corpo ao ritmo do Atlântico Norte.
Reykjavík e Blue Lagoon
A capital mais setentrional do mundo a pé: a Hallgrímskirkja, o bairro 101 — onde a identidade islandesa moderna foi forjada após séculos de isolamento —, a orla com o Sun Voyager e o Harpa, sala de concertos de vidro erguida logo depois da quebra de 2008 como declaração de teimosia. À tarde, as águas geotérmicas da Blue Lagoon.
Golden Circle
O circuito clássico em um só dia: Þingvellir, onde as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia se separam e onde o primeiro parlamento do mundo se reuniu em 930 d.C.; o géiser Strokkur, em erupção a cada poucos minutos; e Gullfoss, com a história da mulher que ameaçou se jogar na cachoeira para impedir a construção de uma usina.
Rota Sul — de Selfoss a Vík
Saída de Selfoss pela costa sul: Seljalandsfoss, onde se caminha por trás da queda d’água, e Skógafoss. Reynisfjara, a praia de areia negra de ondas traiçoeiras e colunas de basalto, e o cabo Dyrhólaey, com seu arco de rocha vulcânica sobre o Atlântico. Noite em Vík.
Caverna de Gelo — Katla
Entrada na caverna de gelo sob o Mýrdalsjökull, a calota que cobre o vulcão Katla. Gelo azul translúcido, comprimido por milênios e iluminado por lanternas — o dia mais improvável do roteiro.
Jökulsárlón, Diamond Beach e Retorno
A lagoa glaciar de Jökulsárlón, onde icebergs desprendidos do Vatnajökull derivam em silêncio até o mar, e a Diamond Beach, em que encalham sobre a areia negra como cristais. Retorno a Reykjavík ao fim do dia.
Dia Livre em Reykjavík
Um dia sem roteiro, para cada um fazer o seu: o mercado de Kolaportið, os museus, as livrarias, as piscinas geotérmicas de bairro onde a cidade conversa de verdade — ou simplesmente um café longo vendo a Islândia passar pela janela.
Encerramento e Traslado
Encerramento em grupo e traslado até o aeroporto de Keflavík.
INCLUSO
NÃO INCLUSO
PRÓXIMA SAÍDA
PERGUNTAS FREQUENTES
A caverna de gelo é acessível para todos?
Sim, com condição física moderada. O tour inclui equipamento de segurança (capacete, crampons) e guia especializado. Não é necessária experiência prévia.
Qual a chance de ver aurora boreal?
A expedição de janeiro tem as melhores condições — noites longas e céu limpo. Em março as auroras ainda são frequentes. A previsão é monitorada diariamente e adaptamos a programação noturna.
INTERESSE NA EXPEDIÇÃO
Vagas limitadas a 8 pessoas.
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